Andei de um lado para o outro, com meus braços para trás, acho que eu pensava que isso iria me ajudar em alguma coisa - o que não iria - já tinha bagunçado meus cabelos e quase rasguei minhas roupas de tanto nervosismo.
Acho que eu não seria a única que ficaria angustiada caso estivesse presa em um conservador humano que não tenha nada além da própria cor enjoativo.. - o branco. - Certo tem algumas pessoas que 'amam' de paixão essa cor que tecnicamente... estava me cegando ou sei la o que, só sei que meus olhos precisam olhar para qualquer coisa que não tinha a tonalidade 'branca'.
Por muito tempo fiquei pensando em como estaria o Guilherme sem me dar conta que minha mãe poderia estar por aí sem saber de sua filha desaparecida, será que ela sentiria minha falta? será que ela notaria minha ausência? e como ela iria ficar quando soubesse que estava morta ? e Lucinda? coitada...
Balancei a cabeça tentando tirar aqueles pensamentos ruins de minha cabeça, tudo iria ficar bem.. elas iriam ficar bem - ou acreditava que iam - antes que tudo acabasse.
O fim.
Essa palavra soara agora tão menos assustadora para mim, deveria ser porque eu já me pus em minha cabeça que eu não podia fugir da morte... eu iria morrer de um jeito ou de outro, só irei morrer um pouco mais tarde por causa de uma 'falha' nos planos.
É... uma falha podemos assim dizer.
Era horrível pensar que a pessoa que você gosta só gosta de você porque deu uma 'falha' nos planos, uma falha que nunca deveria ter acontecido mas que aconteceu.
Ele nunca deveria ter gostado de mim, nunca deveria ter passado na sua cabeça a hipótese de um dia ficarmos juntos, ele nunca deveria ter ido tão longe por mim já que no final ia dar a mesma coisa... eu iria morrer de um jeito ou de outro, isso sim... esse era o meu fim, um fim na qual Guilherme e eu nunca poderíamos mudar... esse era meu destino, estava traçado e lutar contra as forças dele era o mesmo que lutar contra a correnteza. Impossível mudar de direção. Impossível um dia acreditar que eu e Guilherme iríamos viver felizes.
Impossivel era pensar que qualquer mudança de curso, eu poderia nunca ter me apaixonado por ele.
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A dor tinha aliviado um pouco depois que Guilherme se foi. Minha mente relembrava tudo que ele me falara, o que ele era.. quem era seu pai ...
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- Isso não te interessa. - retruquei enrugando minha testa - O que você faz aqui? - Se não me interessa-se eu não teria falado. - ele cruzo...
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16:25 Sabado - Shopping Passamos pela porta de entrada do shopping e demos de cara com aquela multidão, eu esqueci que todo santo sabado...
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
82
"Eu sou teu segredo mais oculto,
teu desejo mais profundo, teu querer...
Sou teu ego, sou tua alma,
sou o teu céu, sou teu inferno, a tua calma."
"Guilherme"
Seu nome veio em minha mente como um meteoro atravessando a via láctea - claro, rápido, brilhante, hipnotizante e inesquecivel - era assim que eu via o Guilherme.
Único.
Único garoto na qual me apaixonei e única pessoa - e também anjo - que fiquei completamente fascinada, que me senti completamente presa só pelo seu olhar, sua boca, seu sorriso, seu corpo...
Você.
Você conseguiu me prender em seu olhar, agora faça... me leve junto com ti para seu refugio e nele acabe com toda essa angustia em te tocar, acabe com toda a tensão em meu corpo e me faça relaxar, venha me amar... é a única coisa que peço, me salve das mais perigosas armadilhas que existe neste mundo e me leve para o céu, me faça dançar enquanto voamos, deixe-me cair de seus braços e depois me pegue, me segure firme... venha, eu te quero, eu te desejo.
Será que te amar é tão complicado quanto imagino?!
Será que te amar é tão dificil quanto morrer?!
Qual a razão
Da tua presença nos meus sonhos?
Aproximo-me então
Quero tocar nesse semblante angelical
Quero mergulhar de novo
Nesse mar de sentimentos.
81 - Guilherme narrando
Só de imaginar que Diana já estava em perigo eu começava a ficar em pânico, nervoso e com vontade de matar tudo e todos que estiverem em minha frente.
E a premonição de Ster não esclarecera muito bem as coisas, a primeira era: "Onde o maldito escondera Diana?" a segunda era: "Quanto tempo ela estava em suas mãos? e o que ele pretendia fazer com ela?"
Ele não iria mata-la, eu sabia disso mas isso não me aliviava o fato era que se Derick não a matasse, quem iria mata-la seria alguém mil vezes pior que eu... meu pai.
Ele sabia de minha traição e por isso mesmo resolvera fazê-lo por si mesmo, mas isso não iria ficar assim.. não para meu pai - o maior vingador que possa existir - eu iria arcar com as consequencias mais isso não me importava. Não quando Diana estava em perigo.
Eu ia salva-la, tira-la da ira de meu pai só assim poderei encara-lo e por fim derrota-lo.
Por muitos séculos, por muitas décadas tive que conviver com o que meu pai queria que eu fosse... sempre suas regras imbecis e hipócritas, tão desonesto e tão sangue frio e foi assim, sempre passando o seu 'eu' para seus filhos como Derick, Peter e eu... os principais.
Mas no meio disso tudo, de todas essas lições que meu pai me ensinara a uma.. a única que eu não me arrependo de ter aprendido.
"Nunca sentir medo, nunca recuar e nunca desistir de sua presa" e era exatamente isso que eu estava fazendo, eu nunca iria desistir de Diana e meu coração já estava farto de saber disso.
Como um relâmpago,
ela entrou em minha vida e nunca irá sair;
pois as portas de meu coração negro se fecharam e ela ficou.
Dentro dele.
Para sempre
E a premonição de Ster não esclarecera muito bem as coisas, a primeira era: "Onde o maldito escondera Diana?" a segunda era: "Quanto tempo ela estava em suas mãos? e o que ele pretendia fazer com ela?"
Ele não iria mata-la, eu sabia disso mas isso não me aliviava o fato era que se Derick não a matasse, quem iria mata-la seria alguém mil vezes pior que eu... meu pai.
Ele sabia de minha traição e por isso mesmo resolvera fazê-lo por si mesmo, mas isso não iria ficar assim.. não para meu pai - o maior vingador que possa existir - eu iria arcar com as consequencias mais isso não me importava. Não quando Diana estava em perigo.
Eu ia salva-la, tira-la da ira de meu pai só assim poderei encara-lo e por fim derrota-lo.
Por muitos séculos, por muitas décadas tive que conviver com o que meu pai queria que eu fosse... sempre suas regras imbecis e hipócritas, tão desonesto e tão sangue frio e foi assim, sempre passando o seu 'eu' para seus filhos como Derick, Peter e eu... os principais.
Mas no meio disso tudo, de todas essas lições que meu pai me ensinara a uma.. a única que eu não me arrependo de ter aprendido.
"Nunca sentir medo, nunca recuar e nunca desistir de sua presa" e era exatamente isso que eu estava fazendo, eu nunca iria desistir de Diana e meu coração já estava farto de saber disso.
Como um relâmpago,
ela entrou em minha vida e nunca irá sair;
pois as portas de meu coração negro se fecharam e ela ficou.
Dentro dele.
Para sempre
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
80
Derick se foi levando com si todo o resto de paciência que me sobrara.
Eu queria gritar, bater em algo ou jogar um vidro até quebra-lo eu queria descontar minha raiva em alguma coisa mais a única coisa que havia naquele lugar era o sofá na qual eu estava sentada e o branco infinito.
- Não acredito. - pus as minhas mãos em meu rosto e fiquei massa geando minha testa - Por que meu Deus? Por que?
Joguei minha cabeça para trás fechando meus olhos e desejando, rezando, orando.. para que Guilherme sentisse minha falta e viesse me procurar, na verdade eu sabia que ele iria fazer isso uma hora ou outra só esperava que não fosse tarde demais para isso. Forcei-me a sonhar, forcei-me a dormir e esquecer desse problema chamado "vida", esquecer que eu existo e esquecer que eu sou o centro dos problemas da pessoa que mais amei em toda minha vida.
A ideia de morrer e acabar com o sofrimento de Guilherme não era tão ruim assim, eu iria pelo menos deixa-lo em paz invés de ficar fazendo ele se preocupar comigo todo santo dia, ele iria finalmente viver sua existência em paz sem nenhuma interferência minha.. se isso o fizesse ficar melhor do que está eu não iria impedir minha morte, não quando a felicidade e a liberdade de Guilherme estivesse em jogo.
Eu tinha poucas horas, isso já era um fato, Guilherme nunca iria conseguir me achar neste lugar, quero dizer... prisão.
Mesmo longe, mesmo horas afastada dele eu ainda me lembrava muito bem do toque de suas mãos em meu rosto, de seus lábios colados nos meus, de seu beijo... de sua voz sedutora e de seu olhar perversamente misterioso.
Tudo.
Ele era uma lembrança na qual era difícil de acreditar que existia, de que um dia teria se apaixonado por mim... se apaixonado por mim.. oras, uma simples e humilde humana que não tem nada a oferecer a não ser o seu coração.
Meu pobre e humilde coração, um órgão involuntário no qual eu precisava para sobreviver não significava nada para mim quando o assunto era Guilherme, meu eterno e tão amado anjo negro de sentimentos tão puros e ao mesmo tempo tão impuros e malignos.
Eu queria gritar, bater em algo ou jogar um vidro até quebra-lo eu queria descontar minha raiva em alguma coisa mais a única coisa que havia naquele lugar era o sofá na qual eu estava sentada e o branco infinito.
- Não acredito. - pus as minhas mãos em meu rosto e fiquei massa geando minha testa - Por que meu Deus? Por que?
Joguei minha cabeça para trás fechando meus olhos e desejando, rezando, orando.. para que Guilherme sentisse minha falta e viesse me procurar, na verdade eu sabia que ele iria fazer isso uma hora ou outra só esperava que não fosse tarde demais para isso. Forcei-me a sonhar, forcei-me a dormir e esquecer desse problema chamado "vida", esquecer que eu existo e esquecer que eu sou o centro dos problemas da pessoa que mais amei em toda minha vida.
A ideia de morrer e acabar com o sofrimento de Guilherme não era tão ruim assim, eu iria pelo menos deixa-lo em paz invés de ficar fazendo ele se preocupar comigo todo santo dia, ele iria finalmente viver sua existência em paz sem nenhuma interferência minha.. se isso o fizesse ficar melhor do que está eu não iria impedir minha morte, não quando a felicidade e a liberdade de Guilherme estivesse em jogo.
Eu tinha poucas horas, isso já era um fato, Guilherme nunca iria conseguir me achar neste lugar, quero dizer... prisão.
Mesmo longe, mesmo horas afastada dele eu ainda me lembrava muito bem do toque de suas mãos em meu rosto, de seus lábios colados nos meus, de seu beijo... de sua voz sedutora e de seu olhar perversamente misterioso.
Tudo.
Ele era uma lembrança na qual era difícil de acreditar que existia, de que um dia teria se apaixonado por mim... se apaixonado por mim.. oras, uma simples e humilde humana que não tem nada a oferecer a não ser o seu coração.
Meu pobre e humilde coração, um órgão involuntário no qual eu precisava para sobreviver não significava nada para mim quando o assunto era Guilherme, meu eterno e tão amado anjo negro de sentimentos tão puros e ao mesmo tempo tão impuros e malignos.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
79 - Guilherme narrando
Eu queria mata-lo da pior maneira possível, da mais brutal...
Só de imaginar seu corpo aos pedaços causadas por mim a sensação era deliciosa e o bom de tudo era que ele não havia forças suficientes para me impedir de mata-lo.
- Rápido, discreto e...
- Eu sei, eu sei. - falei enquanto catava uma blusa qualquer e a vestia - Rápido, discreto e cruel.
Seus grandes olhos vermelhos fogo brilhavam, ela estava vestida elegantemente como se tivesse indo para algum baile.. ela estava incrível, era difícil não se sentir atraído por ela.
- Seja rápido. - ela falou sentando na beirada da cama e cruzando suas pernas. - Ela não tem muito tempo.
Balancei a cabeça ficando um pouco desesperado ao lembrar-me que o tempo estava acabando e que Diana podia morrer a qualquer momento.
Eu não conseguia imaginar ela morta, nunca... jamais.
- Calma Gui. - senti suas mãos em minhas costas e deslizarem ate minhas pernas. - Eu sei que você vai conseguir, alias... você puxou seu pai nesse aspecto.
Talvez ela estivesse certa,eu era otimo nesse assunto e não poderia falhar agora... não enquanto a vida de Diana estava em risco.
- Não tenho sensação boa. - ela falou de um modo preocupado
- Como assim? - fui em sua direção fixando meus olhos nos dela. - Aconteceu alguma coisa com a Diana?
Ela não respondeu, apenas abaixou seus olhos em direção a porta de meu quarto peguei em seus braços fazendo com que ela olhasse novamente para mim.
- O que aconteceu? - eu estava quase gritando, se a sensação que ela tivera envolvia a Diana eu teria que saber e salva-la de uma vez por todas, mas minha raiva.. meu odio estavam tomando conta de minha razão.
- Eu.. eu... - lágrimas surgiram nos seus olhos vermelhos, mas ela os controlou... havia algo de errado e eu sentia que o que vinha por ai não era algo tão simples para se resolver quanto eu pensava, era grandioso, bem planejado.
- Droga! - eu gritei jogando meus pertences na parede de meu quarto. - VOU ACABAR COM ESSE INFELIZ!!
Desde que Ster se tornara uma anja das trevas ela ganhara um quase dom, uma premonição, que são essas sensações que ela tanto fala.
- O que ele fez? - perguntei voltando a olhar para ela - Onde ele meteu ela? ONDE?!
Ela balançou a cabeça atordoada.
- É esse o problema. - respondeu - Eu não sei onde ele a colocou.
Eu não conseguia imaginar ela morta, nunca... jamais.
- Calma Gui. - senti suas mãos em minhas costas e deslizarem ate minhas pernas. - Eu sei que você vai conseguir, alias... você puxou seu pai nesse aspecto.
Talvez ela estivesse certa,eu era otimo nesse assunto e não poderia falhar agora... não enquanto a vida de Diana estava em risco.
- Não tenho sensação boa. - ela falou de um modo preocupado
- Como assim? - fui em sua direção fixando meus olhos nos dela. - Aconteceu alguma coisa com a Diana?
Ela não respondeu, apenas abaixou seus olhos em direção a porta de meu quarto peguei em seus braços fazendo com que ela olhasse novamente para mim.
- O que aconteceu? - eu estava quase gritando, se a sensação que ela tivera envolvia a Diana eu teria que saber e salva-la de uma vez por todas, mas minha raiva.. meu odio estavam tomando conta de minha razão.
- Eu.. eu... - lágrimas surgiram nos seus olhos vermelhos, mas ela os controlou... havia algo de errado e eu sentia que o que vinha por ai não era algo tão simples para se resolver quanto eu pensava, era grandioso, bem planejado.
- Droga! - eu gritei jogando meus pertences na parede de meu quarto. - VOU ACABAR COM ESSE INFELIZ!!
Desde que Ster se tornara uma anja das trevas ela ganhara um quase dom, uma premonição, que são essas sensações que ela tanto fala.
- O que ele fez? - perguntei voltando a olhar para ela - Onde ele meteu ela? ONDE?!
Ela balançou a cabeça atordoada.
- É esse o problema. - respondeu - Eu não sei onde ele a colocou.
78
Não tenho sorte.
Na verdade eu nunca tive.
O azar sempre esteve presente nessa minha vida estúpida, desde de meu nascimento até agora.
- Me largue Derick. - gritei tentando me soltar - Eu quero voltar para casa!
Ele continuou a me segurar forte o suficiente para eu não me soltar, mas ao mesmo tempo não me segurava forte o bastante para me machucar.
Branco.
Tudo estava branco.
Pisquei várias vezes para me certificar que aquilo era realmente algum lugar, eu quis gritar... quis me debater... queria fazer algo para que alguma coisa diferente surgisse, mas quanto mais Derick andava.. mas branco surgia!
- Onde estamos? - perguntei tentando cutuca-lo - Me responde!
Ele não respondeu e por fim me colocou com muito cuidado, deitado em um sofá de couro preto (era a única coisa sem ser branca naquele lugar).
- Presta atenção. - ele falou com tom grosso e incomum, o que me deixou muito assustada porque ele nunca falou comigo daquela maneira - Pode gritar a vontade, pode desejar no fundo de sua alma que seu namoradinho note sua ausência e venha te buscar... ele não vai vim e muito menos vai sentir sua falta.
Como assim? o que ele queria dizer com aquilo?
Tentei argumentar algo mais faltavam para mim as palavras certas, ou uma frase otima para convence-lo que eu iria sair dali mais cedo ou mais tarde.
Continuei em silêncio.
- Podemos dizer que estamos dentro de um 'congelador'. - ele suspirou e sorrio olhando ao redor - Não irei mata-la é claro, deixarei isso para meu pai mas enquanto isso não acontece... eu prefiro deixa-la conservada dentro desse 'congelador'.
Minha cabeça girava, minhas pernas tremiam... o que?! o que estava acontecendo? o que aconteceu com aquele antigo Derick que ficava preocupado comigo a minutos atrás?! o que ele verdadeiramente era?! e por que comigo?!
- Deixe eu explicar melhor... - ele falou sentando ao meu lado, meus olhos estavam fixos em minhas mãos que estavam em cima de meu joelho, meu coração estava acelerado. - Sou um anjo negro, um anjo das trevas como Guilherme... sim, ele é meu irmão, só que eu tenho algo a mais que ele...
Fechei meus olhos segurando o máximo que pude o choro.
- O que? - perguntei com medo da resposta.
- Eu vejo o futuro... - ele falou com tom de superior - anos antes de acontecer, e bem.. eu vi ele se apaixonando por ele e senti o desejo que meu pai sentia em querer te matar, passei anos.. planejando isso e olha só!
Mordi meus lábios controlando minhas emoções, meu coração ficava cada vez mais acelerado, parecia que eu ia ter um ataque cardíaco.
- Deu certo afinal. - terminei sua fala abrindo os olhos e fazendo de tudo para não olha-lo.
- Por enquanto não. - ele falou levantando-se do sofá. - Só falta uma coisa.
Engoli em seco e perguntei com muita dificuldade.
- O que? o que falta?
- Te matar.
Mordi meus lábios controlando minhas emoções, meu coração ficava cada vez mais acelerado, parecia que eu ia ter um ataque cardíaco.
- Deu certo afinal. - terminei sua fala abrindo os olhos e fazendo de tudo para não olha-lo.
- Por enquanto não. - ele falou levantando-se do sofá. - Só falta uma coisa.
Engoli em seco e perguntei com muita dificuldade.
- O que? o que falta?
- Te matar.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
77
Não conseguia prestar atenção em nada, aquelas palavras... aquela voz em minha cabeça foram o suficiente para me deixar em um lugar longe do planeta Terra.
Como ele fazia isso?!
Bem eu sabia que o Guilherme tinha vários tipos de poderes mais não pensei que mensagens telepáticas fazia parte deles, na verdade... eu não fazia muita ideia nos poderes que ele tinha essa era a verdade.
DING DONG
A campainha tocou me tirando de meus devaneios, já que Lucinda estava ocupada lavando a louça eu tive que me levantar e ir abrir a porta, levei minha mão na maçaneta puxando-a.
O choque atravessou meu rosto e rapidamente lembrei-me de meu nariz quebrado, levei minhas mãos no mesmo e percebi que não havia nada mais ali... meu nariz não doía e nem aquele gesso que deveria estar tampando-o.Parecia que ele estava em perfeito estado como se nada tivesse acontecido.
Derick sorriu.
- O que você quer? - perguntei irritada enquanto o analisava, ele vestia uma blusa branca de manga que definia muito bem seus músculos e estava de bermuda com desenho de uma praia calçando um chinelo branco deixando seus cabelos que agora estavam lisos caírem em seu rosto.
- Vim ver como você está... - ele respondeu sorrindo e ignorando o meu tom de nervosismo e irritação. - Parece meio irritada, aconteceu algo?
Franzi o nariz e soltei uma risada sarcástica, que pergunta imbecil.
- Claro que estou. - falei fuzilando ele - Só você estar perto para meu humor ficar péssimo.
Ele ainda sorria gentilmente como se ele tivesse escutado algo além do que eu falei, revirei os olhos e antes que eu pudesse fechar a porta na sua cara sua mão foi mais rápida, impedindo que a porta se fechasse por completo.
- Posso entrar? - perguntou entrando em minha casa sem que eu pudesse jogar um 'nao' na cara daquele infeliz e mal amado.
- Cai fora Derick. - eu retruquei indo em sua direção - Ainda não percebeu que você só faz besteira quando ta perto de mim? Não quero quebrar meu pescoço dessa vez...
- Eu não faço por mal, é só que... - ele fechou os olhos e pude ver a raiva passar pelo seu rosto, ele trincou os dentes - aquele seu namoradinho me irrita, me tira do sério.
Cruzei meus braços tentando controlar os palavreados que estavam entalados em minha garganta.
- O que você quer comigo? me diz... - perguntei - Eu juro que ainda não sei que intenções são essas para você não se desgrudar de mim.
Ele respirou fundo e sentou-se no sofá da sala, pegou o controle e desligou a TV eu sentia que a conversa ia ser longa.
Por fim sentei ao seu lado tentando deixar a raiva
- Eu tenho que tira-la desse planeta enquanto é tempo. - ele falou sério e tão confiante que quase cai na sua conversa fiada. - Eu tenho que protege-la, e para isso preciso leva-la para um lugar seguro.
Bufei.
- Ah sim, e que lugar seria seguro com você ao meu lado? - perguntei levantando minhas sobrancelhas e enrugando minha testa. - Nenhum lugar é seguro para mim enquanto você insistir em me seguir!
Ele respirou fundo procurando paciencia, eu tambem estava... aqueles argumentos não iriam me convencer de fugir com ele.
- Esqueça Derick. - eu falei me levantando - Eu não vou com você!
Derick não se mexeu, seus olhos não estavam mais nos meus e sua expressão parecia estar um pouco tristonha.
- Sinto muito. - ele falou levantando-se e parando centimetros perto de mim. - Mas não tenho outro jeito.
Seus braços me envolveram rapidamente e imobilizaram meus braços e pernas, como num estalo tudo desapareceu.
Como ele fazia isso?!
Bem eu sabia que o Guilherme tinha vários tipos de poderes mais não pensei que mensagens telepáticas fazia parte deles, na verdade... eu não fazia muita ideia nos poderes que ele tinha essa era a verdade.
DING DONG
A campainha tocou me tirando de meus devaneios, já que Lucinda estava ocupada lavando a louça eu tive que me levantar e ir abrir a porta, levei minha mão na maçaneta puxando-a.
O choque atravessou meu rosto e rapidamente lembrei-me de meu nariz quebrado, levei minhas mãos no mesmo e percebi que não havia nada mais ali... meu nariz não doía e nem aquele gesso que deveria estar tampando-o.Parecia que ele estava em perfeito estado como se nada tivesse acontecido.
Derick sorriu.
- O que você quer? - perguntei irritada enquanto o analisava, ele vestia uma blusa branca de manga que definia muito bem seus músculos e estava de bermuda com desenho de uma praia calçando um chinelo branco deixando seus cabelos que agora estavam lisos caírem em seu rosto.
- Vim ver como você está... - ele respondeu sorrindo e ignorando o meu tom de nervosismo e irritação. - Parece meio irritada, aconteceu algo?
Franzi o nariz e soltei uma risada sarcástica, que pergunta imbecil.
- Claro que estou. - falei fuzilando ele - Só você estar perto para meu humor ficar péssimo.
Ele ainda sorria gentilmente como se ele tivesse escutado algo além do que eu falei, revirei os olhos e antes que eu pudesse fechar a porta na sua cara sua mão foi mais rápida, impedindo que a porta se fechasse por completo.
- Posso entrar? - perguntou entrando em minha casa sem que eu pudesse jogar um 'nao' na cara daquele infeliz e mal amado.
- Cai fora Derick. - eu retruquei indo em sua direção - Ainda não percebeu que você só faz besteira quando ta perto de mim? Não quero quebrar meu pescoço dessa vez...
- Eu não faço por mal, é só que... - ele fechou os olhos e pude ver a raiva passar pelo seu rosto, ele trincou os dentes - aquele seu namoradinho me irrita, me tira do sério.
Cruzei meus braços tentando controlar os palavreados que estavam entalados em minha garganta.
- O que você quer comigo? me diz... - perguntei - Eu juro que ainda não sei que intenções são essas para você não se desgrudar de mim.
Ele respirou fundo e sentou-se no sofá da sala, pegou o controle e desligou a TV eu sentia que a conversa ia ser longa.
Por fim sentei ao seu lado tentando deixar a raiva
- Eu tenho que tira-la desse planeta enquanto é tempo. - ele falou sério e tão confiante que quase cai na sua conversa fiada. - Eu tenho que protege-la, e para isso preciso leva-la para um lugar seguro.
Bufei.
- Ah sim, e que lugar seria seguro com você ao meu lado? - perguntei levantando minhas sobrancelhas e enrugando minha testa. - Nenhum lugar é seguro para mim enquanto você insistir em me seguir!
Ele respirou fundo procurando paciencia, eu tambem estava... aqueles argumentos não iriam me convencer de fugir com ele.
- Esqueça Derick. - eu falei me levantando - Eu não vou com você!
Derick não se mexeu, seus olhos não estavam mais nos meus e sua expressão parecia estar um pouco tristonha.
- Sinto muito. - ele falou levantando-se e parando centimetros perto de mim. - Mas não tenho outro jeito.
Seus braços me envolveram rapidamente e imobilizaram meus braços e pernas, como num estalo tudo desapareceu.
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